Brussels & La Maison de Monsieur Sax ( Ville de Dinant)


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Bruxelas 

É uma cidade muito interessante e bem organizada, e que cada vez mais me faz ver a arquitectura com um olhar mais atento para os pormenores do urbanismo, a que por vezes nos escapam nas primeiras visitas. Sempre que visitamos uma cidade, devemos sentir o pulsar do seu dia a dia. Esforço-me sempre por o fazer, envolvendo-me com a população, utilizando os transportes públicos. Começo por comprar ticketes para os transportes como o trem, auto-bus e metro e que também permitam  aceder a museus. É a melhor forma de se conhecer uma cidade, basta para isso ter um bom mapa que tenha pelo menos o esquema do metro e dos autocarros, e dos locais a visitar. No caso de Bruxelas, devo confessar que em qualquer uma das vezes que a visitei, verifiquei que na questão dos horários, eles andam sempre à hora marcada.
Em relação ao tempo, devo dizer que é do mais instável que há. Diz quem lá vive há já muitos anos, que o mês de Maio é o mais incerto de todos. Muda de estação a cada trinta minutos. Quase todos os dias, apanhamos chuva, sol, vento e frio. É uma questão de hábito e de adaptação ao meio. E nós portugueses, nesse aspecto temos um dom que nos distingue de todos os outros povos. Não sou eu que o digo.
Desta vez não tive oportunidade de visitar mais nenhum museu além do militar e do ar. O tempo não chegou para tudo. Notei que há um forte crescimento de bairros habitacionais da periferia, que ainda estão em construção. Aliás esse facto também é visível no centro. Mesmo ao lado do edifício do Concelho da Europa, está em fase de construção mais um novo edifício, para os tecnocratas da UE, a que já chamam o “Ovo“, dado a sua configuração. Pude ainda dar uma olhadela pelo mais recente livro do fotógrafo Sebastião Salgado “Genesis” na livraria e editora Tashen.
GALERIA TASHEN
Não quero deixar de passar em claro “GENESIS ” , a edição do mais recente livro do fotógrafo Sebastião Salgado que está a ser lançado por toda a Europa pela editora Taschen, que já tive oportunidade de o ver em Bruxelas.
– Aqui ficam algumas fotos que também irão estar em exposição no Brasil no Rio de Janeiro :

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A Exposição  fotográfica Genesis abre no Museu do Meio Ambiente do Jardim Botânico do Rio, terça,28 de Maio, e vão estar expostas as seguintes fotos  :
– Índios Waurá, no lago Piyulaga, no Mato Grosso, sertão do Xingu, em 2005.
– Elefante apavorado, perseguido por caçadores, na Zâmbia, no parque nacional de Kafue, em 2010.
– Vultos africanos famintos na aridez do deserto.
– Água e Fogo num poço de petróleo, a riqueza brotando das entranhas da terra.
São 245 fotos que eternizam momentos ao redor do mundo, em viagens por montanhas, desertos, florestas, tribos e aldeias.
Two men, one mission: Sebastião Salgado talks with Benedikt Taschen about the photographic project that changed his life.

Ville de Dinant

La Maison de Monsieur Sax

SAX

Un lieu magique dédié à l’inventeur du Saxophone

Adolphe Sax, le génial inventeur du saxophone, dispose désormais à Dinant, sa ville natale, d’un espace qui lui est entièrement dédié. Pas un musée, mais un Centre d’interprétation de sa vie et de son œuvre. La Maison de Monsieur Sax, c’est une invitation à découvrir un génie hors du commun, ses apports musicaux et techniques révolutionnaires, ses inventions étonnantes, ses défis perpétuels, ses succès, ses faillites et sa vie riche et mouvementée. Une occasion unique de mieux percevoir le fabuleux destin du saxophone. Et ce, à travers une scénographie originale et ludique qui ravira les yeux, mais aussi… les oreilles à travers des extraits musicaux ou des évocations sonores.

sax

MR.  SAX’S HOUSE

Since 1998, in Rue Sax, a great many tourists, passers-by, strollers, and schoolchildren have enjoyed sitting down and having themselves photographed on the bench where Mr Sax has been awaiting their company. Starting on 13 November of this year, people will also have free access to LA MAISON DE MONSIEUR SAX (Mr Sax’s House), a fun, interactive place devoted entirely to the great Dinant inventor. An opportunity to discover an extraordinary genius, his contribution to music and his revolutionary technology, his amazing inventions, the constant challenges he faced, his successes and his failures, and his full and eventful life. A unique opportunity, too, to find out more about the wonderful story of the saxophone and its status in jazz and so many other kinds of music and to encounter the “children of the saxophone” from Charlie Parker to Bill Clinton and Lisa Simpson.

Kenny Werner, Joe Lovano & BJO –  ” Dinant Jazz Festival 2011 “

Kenny Werner (piano)
JOE LOVANO – sax
Brussels Jazz Orchestra: Frank Vaganée, Dieter Limbourg, Kurt Van Herck, Bart Defoort, Kurt Van Herck (s), Serge Plume, Nico Schepers, Pierre Drevet, Jeroen Van Malderen (tp), Frederik Heirman, Lode Mertens, Ben Fleerakkers, Laurent Hendrick (tb), Peter Hertmans (g), Jos Machtel (b), Martijn Vink (dm)

O Meu Barco de Papel- My Paper Boat ( Proj. 2011)


O Meu Barco de Papel – Projecto Video 2011

Trata-se de um projecto que servirá de “guião” para um video em tempo real. Esta montagem, tenta retratar as atribulações de uma viagem imaginária a um lugar muito real, onde o sonho se torna numa aventura épica, e esse lugar é o Alasca. É uma da viagem que desejo realizar há imenso tempo, e que por uma razão ou outra vou adiando sempre, e talvez por isso essa “viagem” está sempre inconscientemente presente nos meus sonhos, e como tenho algum receio em sonhar que vou de avião ou melhor, a voar, como acontece sempre nos bons sonhos /filmes de ficção, recorri á ideia de criar um barco. Isto, porque como sou aquário e gosto muito do mar e da “Mensagem” de Pessoa. Acho que é uma questão de DNA.
Este pequeno vídeo foi feito em 2011 a partir de fotografias que fiz num pequeno lago de um jardim que há na minha rua e também nas margens do rio Tejo que estão a pouca distância desse jardim.

A segunda fase do projecto é seguir este “guião” , mas em tempo real e com animação. Está em fase de programação.

Conclusão:

A conclusão a tirar desta experiência de navegação solitária, é que se deve continuar a seguir aquela velha máxima “quem vai para o mar, deve abastecer-se em terra...”.  Por outro lado, houve também o factor sorte a considerar, uma vez que o dia 13 não calhou a uma sexta-feira mas sim a uma quarta-feira, senão o desfecho seria outro. Claro, que há sempre muitas mais ilações a tirar, mas por  agora estas chegam.

My Paper Boat – Vídeo 2011

It is a project to serve as a “script” for a real time video. This assembly, attempts to portray the tribulations of an imaginary trip to a very real place where the dream becomes an epic adventure, and this place is Alaska. It is a journey that will perform for a long time, and that for one reason or another will always delaying, and perhaps why this “journey” is always present unconsciously in my dreams, and as I have some fear of dreaming that I’m going by plane or rather the fly, as always happens in the good dreams / fiction films, I resorted to the idea of creating a boat. This is because as’m aquarium and I love the sea and the “message” of person. I think it’s a matter of DNA.
This short video was made in 2011 from photographs I made a small pond in a garden that’s on my street and also on the banks of the Tagus River that are within walking distance of this garden.

The second phase of the project is to follow this “script”, but in real time and with animation. You are in the planning stage.

Conclusion:

The conclusion of this solitary browsing experience, is that one should continue to follow the old maxim “who goes to sea,  should stock up on shore …“. For other side, there was also the luck factor to consider, since the day 13 not happened to a Friday but a Wednesday, but the outcome would be different. Of course, there are always many more lessons to be learned, but for now they arrive.

Amsterdam, sexta-feira dia 13


Amsterdam, Sexta-feira , 13 de Julho 2012

O dia todo choveu, o céu sempre cinzento e as pessoas sem rosto. Esta foi a imagem que retive deste triste dia, dentro de um táxi, que nos fez atravessar a cidade até ao Amsterdam Airport Schiphol, de regresso à cidade de Ulisses, que é também a minha Lisboa, com a sua luz própria e única.

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