Texto e Cenografia de Fernando de Azevedo – Ballet Gulbenkian, 1982


Aqui presto também a minha homenagem ao artista plástico, designer e crítico Fernando de Azevedo, deixando este pequeno texto publicado pela revista Colóquio Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, onde se pode perceber a sua paixão e dedicação à Cenografia de ballet e do bailado contemporâneo.

Tive a honra de conhecer pessoalmente o pintor Fernando Azevedo por volta de 1979/80 na SNBA.  Uma das minhas paixões era e continua a ser o Ballet. Como se sabe a Companhia de Ballet da Gulbenkian foi durante os anos 80, 90 e até ao seu terminus uma das mais importantes Companhias do mundo. A qualidade da sua programação era do melhor que se dava a conhecer ao público. Independentemente da qualidade artística dos bailarinos, coreógrafos, havia também um importante elemento que muitas das vezes fazia a diferença. Era a qualidade da cenografia. Onde muitos artistas plásticos eram convidados a darem o seu contributo como se pode ler no excelente texto publicado pela Revista Colóquio Artes, número 55 de Dezembro de 1982

O facto é que passados todos estes anos, continuo a achar que falta qualquer coisa na cenografia do Ballet , e que Fernando Azevedo tem razão em afirmar , ” o cenário do Teatro é muito diferente do cenário do Ballet“. Isto, porque passados mais de trinta anos, alguns dos cenógrafos da nossa praça, ainda não  perceberam essa pequena diferença, que acaba por não ser assim tão pequena. 

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