Companhia de Dança de Almada – “Casa do Rio”


Casa do Rio foi inspirada na música tradicional portuguesa, esta criação tem por base a diversidade da cultura nacional.

“…precisava dançar também as minhas raízes lusas. E aqui nasce «Casa do Rio»…, do desejo de estilizar as danças tradicionais portuguesas.

Há influências dos pauliteiros, da chula, do corridinho do Algarve, do fandango, das danças do Minho…

No fim, uma paisagem para todos nós: o Portugal cosmopolita que não perdeu a sua identidade, que se viu colorido e reforçado pela riqueza das diferenças.”  Benvindo Fonseca

Este bailado, é uma homenagem póstuma a Francisco Ribeiro, dos Madredeus, faz parte de uma trilogia alusiva às raízes do coreógrafo. Dela fazem parte as peças “Edzer” (África), “Casa do Rio” (Portugal) e um terceiro bailado, “Muito Chão” (Índia). Todas as peças têm em comum músicas étnicas e uma busca constante de casa. Com a trilogia, Benvindo Fonseca comemora 30 anos de carreira em 2012.

Casa_do_Rio_foto_inicial

Sobre o autor :

Benvindo Fonseca

Estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, Escola da Fundação Gulbenkian, Nova York, Londres e Paris. Dançou no Grupo Sétima Posição como Solista na Companhia de Dança de Lisboa, como Solista no Ballet Gulbenkian onde foi promovido a primeiro a 1º bailarino e onde trabalhou com Mats Ek, Jiri kylian, Hans Van Manem, Orad Naharin, Itzik Galili, Vasco Wallenkcamp, Olga Roriz, Paul Taylor, Christopher Bruce, Nacho Duato entre outros.

Foi Co-Fundador Director Artístico e Coreografo do Lisboa Ballet Contemporâneo onde coreografou “Uma Noite” com Ella Fitzegerald, “Callas”, “Mermurio”, “Onigen”, “Casa de Bernarda Alba”, “Mar” com música tocada ao vivo pelo grupo Madredeus.

Coreografou também para o Teatro D. Maria I, “O Bando” e Teatro Experimental do Porto. Coreografou para o Ballet Gulbenkian, Companhia de Bailado Contemporânea, Companhia de Dança de Almada, Companhia de Dança de Évora, Stadttheater Hildesheim, Ópera de Berlim (Alemanha) e para o Conservatório Nacional, Escola Superior de Dança e Academia de Dança Clássica Pirmin Treku. Participou em Galas Internacionais em São Pantaleo, Madrid, Sevilha, Miami.

Os seus bailados foram dançados em Espanha, Itália, Alemanha, E.U.A., Cuba, Brasil, Grécia, Polónia. Destaca o solo a “Dança Árabe” de Tchaikovsky, tocado ao vivo por Maria João Pires e o pas de deux “Povo que lavas no rio” tocado ao vivo por Amália Rodrigues, na Mãe D’Água, Lisboa (1997).

Entre os vários prémios que recebeu sobressaem “Jovens na Criatividade” da ONU (1993), tornando-se Embaixador da Boa Vontade da organização; prémio de carreira atribuído pela Associação Primo-Canto (2002); prémio de carreira atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras e Revista Dança (2009); prémio pelo projecto coreográfico “Ciranda”, atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras (2010).

 Ficha Artística

Coreografia: Benvindo Fonseca

Música: Francisco Ribeiro, Danças Ocultas, Galandum Galundaina, Teresa Salgueiro, Arvo Part

Figurinos: Hobbes A. Góbiras

Cenário: “Vox Populi”, Paula Rousseau

Desenho de Luz: Paulo Graça

Execução de cenário: Camilo António Brazona, Diodata Saião

Sonoplastia: José Pacheco

Intérpretes: Beatriz Rousseau, Carla Jordão, Débora Queiroz, Daniela Andana, Luciano Fialho, Lucinda Saragga, Luís Malaquias, Nuno Gomes, Sofia Silva

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