O Desafio Climático do Século XXI : CO2 / Desflorestação


“Uma geração planta uma árvore, e a seguinte terá sombra.”

Provérbio Chinês

A Ilha de Páscoa no Oceano Pacífico é um dos locais mais remotos na Terra. As estátuas de pedra gigantes situadas na cratera vulcânica de Rono Raraku são tudo o que resta daquilo que foi uma civilização complexa. Essa civilização desapareceu devido à sobre-exploração de recursos ambientais. A competição entre clãs rivais levou a um rápido processo de desflorestação, erosão do solo e a destruição de populações de aves, minando os alimentos e os sistemas agrícolas na base da vida humana. Os sinais de alerta para impedir a destruição foram ouvidos demasiado tarde para evitar o colapso.

Fonte: Relatório de Desenvolvimento Humano 2007/2008

Foto: J.Machado

Superfícies: “Na minha rua há uma parede…muito especial…que dá para reflectir”.


Este slideshow necessita de JavaScript.

SUPERFÍCIES :

Reflexão /  retorno

Significado de Reflexão

s.f. Fís. Mudança de direção das ondas luminosas, caloríficas ou sonoras que incidem em uma superfície refletora: reflexão da luz, do som. A reflexão pode ser comparada à ação de uma bola que se choca com uma parede. Uma bola atirada em ângulo reto em relação à parede voltará na mesma direção. Quando a bola é lançada em direção à parede sob um ângulo menor que um ângulo reto, sua trajetória de volta formará com a parede um ângulo igual ao anterior. Imagine uma linha recta que forma um ângulo de 90° com a parede, e tendo como vértice o ponto onde a bola interceta e toca a parede. O ângulo formado pela trajetória descrita na ida da bola com essa linha recta imaginária é o ângulo de incidência ou de intersecção. O ângulo descrito pela bola ao retornar é o ângulo de reflexão. Esses dois ângulos são sempre iguais.

Sinônimos de Reflexão

Reflexão : Meditação

Definição de Reflexão

Classe gramatical de reflexão: Substantivo feminino
Separação das sílabas de reflexão: re-fle-xão
Possui 8 letras
Possui as vogais: a e o
Possui as consoantes: f l r x
A palavra Reflexão escrita ao contrário: oãxelfer

Frases com alguma reflexão

Pensamentos valem e vivem pela observação exata ou nova, pela reflexão aguda ou profunda; não menos querem a originalidade, a simplicidade e a graça do dizer.
— Machado de Assis

Imagens do In.Consciente


Imagens do In. consciente “, é um projecto antigo cuja recolha é feita quase diariamente desde já há algum tempo, e que me leva a  tomar consciência do meu sub.consciente e a mergulhar mais  profundamente no  inconsciente (  C.Gustv Jung), obrigando a trazer á superfície algumas das obsessões através do meu/nosso imaginário colectivo. Para mim, o inconciente é como um Iceberg, que só se vê o que está à superfície, o resto tem que se ir mergulhando ou esperar pelo degelo, o que já não falta muito tempo

Procuro captar e trabalhar as imagens no seu estado bruto através do suporte e do meio  como a TV ,  videos/filmes, reportagens e documentários televisivos . Esta projecção decorre sob a musica de fundo da autoria de John Cage # Dream ( 1948 ) 

Liberdade Consciente ou Inconsciente 

Aquilo que «actua» sobre mim só actua porque eu o escolhi como actuante. Não é porque alguém me ofenda que eu reajo violentamente, mas sim porque escolho tal ofensa como «móbil» da minha reacção. Tal escolha, porém, de um móbil, posso não reconhecê-la senão depois de se manifestar. Assim são normalmente os meus actos que me esclarecem sobre o que realmente sou, sobre aquilo que realmente escolhi, sobre a minha liberdade.
Mas isso não significa que eu seja «inconsciente», já que, segundo Sartre, o homem é consciência de ponta a ponta, em todos os seus aspectos. Simplesmente, há consciência posicional, reflectida, e consciência não-posicional, não reflectida. A minha liberdade é de facto consciente, mas só os meus actos claramente ma revelam. Em qualquer situação portanto, eu «sou consciência de liberdade». Assim a minha liberdade é o estofo do meu ser.

Vergílio Ferreira, in ‘O Existencialismo é um Humanismo (Préfacio)’

Como já referi, todas as imagens são fruto de uma  pesquisa quase diária e da impressão de causalidade que desperta em mim  a intenção de as enquadrar de forma representativa através dos registos que acabam por voltar a um novo suporte ( monitor, IPAD, etc…) .

Este slideshow necessita de JavaScript.

Desses fragmentos, pude registar aqui um conjunto de imagens interligadas entre si, fruto de uma noite de observação aleatória , como seja o caso de uma sessão do Vídeo ” Swan Lake… ” e na TVCabo os  “Encontros da Imagem 2011″, que  ainda se estão a realizar até dia 30 de Outubro ,no Mosteiro de Tibães em Braga, e que este ano é sobretudo dedicado ao documentário fotográfico. (…) A propósito desse Encontro, alguém referiu que …a Fotografia portuguesa está no caminho certo. Isto para mim foi um dos convidados estrangeiros, como não podia deixar de ser. Fica sempre bem. Por outro lado,  também gostaria de saber se na Arte há um caminho certo, ou já há algum caminho traçado. É caso para perguntar – quem o traçou?

O meu método de trabalho  é simples,  acho que não interessa para aqui, mas enfim, ou seja, todos os dias vou vendo nos media e sobretudo na TV e Internet os assuntos que mais me interessam e vou registando ou recortando para a minha memória, através de “corte e costura”, tal como a Artista Plástica Ana Vidigal (http://anavidigal.blogspot.com/)  costuma utilizar na execução das suas obras, que eu muito admiro. Claro que estou a brincar. Nas minhas peças/imagens só utilizo a minha velhinha 20D e depois é que vou trabalhando imagem a imagem. Nalguns casos faço fotos de fotos reais e virtuais, mostrando uma nova perspectiva da  imagem original, que até aí não existia e para o novo contexto passa a ter outra leitura, o que acaba por ganhar uma nova transformação e dimensão estética. No presente caso é visível a olho nu os pixeis do televisor (suporte), muito embora a imagem esteja digitalisada em DVD.  Nas ultimas imagens pode-se ver que se trata de uma mostra de uma Exposição que o artista Jason Taylor criou um recife e montou uma série de esculturas debaixo de água em Cancun no México.

Giselle : Revenge ( because love is eternal )


 

14 Out. 21:30 | Cineteatro Municipal João Mota

 

 

 

PROART REPÚBLICA CHECA |CZ|

Giselle: Revenge («because love is eternal»)

ProArt Company_1_peq

Uma história imortal sobre o amor para além da morte.

As semelhanças e diferenças entre o amor físico e metafísico, a verdade e a mentira, o sonho e a realidade. As consequências da traição, do ciúme, da morte e do perdão. Ainda assim, o amor pode continuar. O amor está aqui, para sempre.

Coreografia: Martin Dvořák

Interpretação: Irene Bauer, Martin Dvořák, Lenka Kolářová, Petr Kolář, Mirka Prokešová

Música: A. Adam, P. Pulsinger

Figurinos: Jindra Rychlá

Produção: ProART o.s., Alena Pajasová, Kateřina Boukalová

Versão moderna do ballet romântico Giselle, adaptado numa peça de dança contemporânea para cinco personagens.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Companhia de Dança de Almada – “Casa do Rio”


Casa do Rio foi inspirada na música tradicional portuguesa, esta criação tem por base a diversidade da cultura nacional.

“…precisava dançar também as minhas raízes lusas. E aqui nasce «Casa do Rio»…, do desejo de estilizar as danças tradicionais portuguesas.

Há influências dos pauliteiros, da chula, do corridinho do Algarve, do fandango, das danças do Minho…

No fim, uma paisagem para todos nós: o Portugal cosmopolita que não perdeu a sua identidade, que se viu colorido e reforçado pela riqueza das diferenças.”  Benvindo Fonseca

Este bailado, é uma homenagem póstuma a Francisco Ribeiro, dos Madredeus, faz parte de uma trilogia alusiva às raízes do coreógrafo. Dela fazem parte as peças “Edzer” (África), “Casa do Rio” (Portugal) e um terceiro bailado, “Muito Chão” (Índia). Todas as peças têm em comum músicas étnicas e uma busca constante de casa. Com a trilogia, Benvindo Fonseca comemora 30 anos de carreira em 2012.

Casa_do_Rio_foto_inicial

Sobre o autor :

Benvindo Fonseca

Estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, Escola da Fundação Gulbenkian, Nova York, Londres e Paris. Dançou no Grupo Sétima Posição como Solista na Companhia de Dança de Lisboa, como Solista no Ballet Gulbenkian onde foi promovido a primeiro a 1º bailarino e onde trabalhou com Mats Ek, Jiri kylian, Hans Van Manem, Orad Naharin, Itzik Galili, Vasco Wallenkcamp, Olga Roriz, Paul Taylor, Christopher Bruce, Nacho Duato entre outros.

Foi Co-Fundador Director Artístico e Coreografo do Lisboa Ballet Contemporâneo onde coreografou “Uma Noite” com Ella Fitzegerald, “Callas”, “Mermurio”, “Onigen”, “Casa de Bernarda Alba”, “Mar” com música tocada ao vivo pelo grupo Madredeus.

Coreografou também para o Teatro D. Maria I, “O Bando” e Teatro Experimental do Porto. Coreografou para o Ballet Gulbenkian, Companhia de Bailado Contemporânea, Companhia de Dança de Almada, Companhia de Dança de Évora, Stadttheater Hildesheim, Ópera de Berlim (Alemanha) e para o Conservatório Nacional, Escola Superior de Dança e Academia de Dança Clássica Pirmin Treku. Participou em Galas Internacionais em São Pantaleo, Madrid, Sevilha, Miami.

Os seus bailados foram dançados em Espanha, Itália, Alemanha, E.U.A., Cuba, Brasil, Grécia, Polónia. Destaca o solo a “Dança Árabe” de Tchaikovsky, tocado ao vivo por Maria João Pires e o pas de deux “Povo que lavas no rio” tocado ao vivo por Amália Rodrigues, na Mãe D’Água, Lisboa (1997).

Entre os vários prémios que recebeu sobressaem “Jovens na Criatividade” da ONU (1993), tornando-se Embaixador da Boa Vontade da organização; prémio de carreira atribuído pela Associação Primo-Canto (2002); prémio de carreira atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras e Revista Dança (2009); prémio pelo projecto coreográfico “Ciranda”, atribuído pela Câmara Municipal de Oeiras (2010).

 Ficha Artística

Coreografia: Benvindo Fonseca

Música: Francisco Ribeiro, Danças Ocultas, Galandum Galundaina, Teresa Salgueiro, Arvo Part

Figurinos: Hobbes A. Góbiras

Cenário: “Vox Populi”, Paula Rousseau

Desenho de Luz: Paulo Graça

Execução de cenário: Camilo António Brazona, Diodata Saião

Sonoplastia: José Pacheco

Intérpretes: Beatriz Rousseau, Carla Jordão, Débora Queiroz, Daniela Andana, Luciano Fialho, Lucinda Saragga, Luís Malaquias, Nuno Gomes, Sofia Silva

Este slideshow necessita de JavaScript.