ARTE URBANA EM LISBOA ( Projecto CRONO )- STREET ART IN LISBON


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Dois artistas norte-americanos, Brad Downey e Momo, e um português, VIHLS, estão a dar cor às paredes de edifícios lisboetas, marcando assim a terceira fase do projecto Crono, que se iniciou em Junho do ano passado.

O artista plástico Alexandre Farto (VHILS), o curador e mentor do festival italiano FAME Ângelo Milano e o designer urbano Pedro Soares Neves decidiram «colocar Lisboa no roteiro das cidades que acolhem este tipo de manifestações» avançando assim com o Crono.

«Partilhamos a perspectiva de que Lisboa tem condições particulares para o desenvolvimento deste projecto, tanto pela sua escala, qualidades arquitectónicas, geográficas e urbanísticas, assim como características meteorológicas e de ambiência propícia ao desenvolvimento do que melhor se faz em termos mundiais no âmbito da prática da Arte Urbana»,disse Pedro Soares Neves.

O projecto foi dividido em quatro períodos diferentes, «já que pretende capturar a ambiência das quatro estações do ano, desenvolvendo assim um diálogo com o factor tempo nas suas múltiplas dimensões, enfatizando a efemeridade das criações humanas, e em última análise da nossa própria existência, remetendo-a para uma busca pela qualidade na utilização do nosso tempo qualificado pela Arte».

A primeira fase do Crono – Primavera – decorreu em Junho de 2010 com a intervenção conjunta de Os Gemeos (Brasil), Blu (Itália) e Sam3 (Espanha) em dois prédios da Avenida Fontes Pereira de Melo, e de vários artistas portugueses na zona das Amoreiras.

O Outono trouxe a Portugal os Gémeos (Brasil) 

 Erica Il Cane (Itália), Bastardilla (Colômbia) e Lucy Mclauchlan(Reino Unido) que, em conjunto com os portugueses Mar e Ram, realizaram intervenções em prédios da  Avenida Fontes Pereira de Melo/Av. Martens Ferrão  ,  Avenida da Liberdade e na  Rua de Cascais, em Alcântara.

O Crono surgiu em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e a escolha dos edifícios «foi desenvolvida segundo critérios de adaptabilidade dos artistas, e de impacto urbano segundo uma lógica de acupuntura urbana onde com intervenções localizadas será possível desenvolver impactos a uma vasta escala urbana», explicou Pedro Soares Neves.

O projecto culminou com a quarta fase em Março último e com a exposição final na Galeria de Arte Urbana ( Departamento de Património Cultural Rua Alberto Oliveira, Palácio dos Coruchéus )
que reuniu os registos do processo em forma de imagens (fotografias e vídeos) e de trabalhos dos artistas nacionais e internacionais envolvidos .

Fonte: Lusa/SOL ;  GAU ; CRONO

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